Noticias da vela na baixada santista: monotipo e oceano, regatas, passeios e cruzeiros
domingo, 17 de maio de 2015
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Limites de aproximação de embarcações em praias
A APA Marinha Litoral Norte publicou informativo que esclarece os limites de aproximação de embarcações em áreas destinadas a banhistas, tanto em navegação quanto em ancoragem.
terça-feira, 12 de maio de 2015
Notícias da Taça dos Lagos
Em um dia ensolarado, 109 embarcações fizeram parte da Taça dos Lagos, a mais tradicional regata da Represa Guarapiranga.
Mais informações em www.ycsa.com.br.
Mais informações em www.ycsa.com.br.
sábado, 9 de maio de 2015
5 veleiros pedem resgate em violenta tempestade e exige megaoperação da marinha e força aérea portuguesa
Madrugada de 6 de maio, quarta-feira. Uma violenta tempestade atinge cinco veleiros que cruzavam o Atlântico Norte em direção à Europa, 500 milhas a sul do arquipélago dos Açores. Ventos próximos dos 90 km/h e vagas de 10 metros.
Em uma das operações realizadas pela Força Aérea Portuguesa 4 tripulantes foram resgatados de um veleiro navegava em capa, cujo veleiro fazia uso de um drogue e, mesmo assim, navegava em velocidade.
Vídeo de um dos resgates realizados pela força aérea portuguesa.
Infelizmente, em uma outra operação, uma menina de 6 anos, resgatada junto com seu pai após permanecer por horas no mar, veio a falecer.
Veja a reportagem completa no diário português Expresso "Tempestade no Atlântico. A megaoperação que durou 34 horas" e na reportagem do Almanáutica "Tempestade-nos-acores-aterroriza-cinco-veleiros-uma-crianca-morreu".
Drogue e âncora de mar
Um drogue é um dispositivo externo arrastado pela água e amarrado à popa da embarcação usado para diminuir sua velocidade e para manter seu casco perpendicular às ondas durante uma tempestade. Geralmente possui de 20 a 75 metros de comprimento. Com o uso do drogue, a embarcação não acelera excessivamente na descida da onda para embicar na seguinte. O drogue deve manter uma velocidade entre 2 e 3 nós. O drogue pode ser utilizado, também, em situação de perda do leme, pois mantém a embarcação em um rumo constante.
O drogue, quando lançado, limita a manobrabilidade da embarcação. Em algumas situações pode ser muito difícil recolhe-lo devido à força exercida. Por este motivo, caso existam embarcações nas proximidades é importante emitir alerta de segurança ("securitée") pelo VHF.
- Teste de um drogue realizado pela Guarda Costeira Australiana.
- Como fazer um drogue.
- Jordan Series Drogue
Uma âncora de mar (sea anchor) é conceitualmente semelhante ao drogue, porém é amarrada na proa e tem como objetivo manter a embarcação máximo possível parada e aproada às ondas.
Em situações de tempestade a âncora de mar é tão importante que a Guarda Costeira da Nova Zelândia recentemente acrescentou uma âncora de mar aos itens obrigatórios das embarcações para mar aberto (Yachting New Zealand Safety Regulations: 17.32 (M) A sea anchor OR drogue OR other).
sexta-feira, 8 de maio de 2015
quinta-feira, 7 de maio de 2015
terça-feira, 5 de maio de 2015
Taça dos Lados - Guarapiranga
A inscrição é feita mediante a entrega de 2kgs de arroz ou feijão, que posteriormente são doados à Sociedade Benfeitora Jaguaré. Válida para alguns como diversão e para outros como treino, em 2014 foram mais de 200 kg arrecadados.
Participe deste grande evento e faça parte de uma das mais tradicionais regatas da Guarapiranga!
A regata será aberta as classes: Optmist, Open Bic, Laser Radial, Laser Std, HC-14, HC-16, HC-21, A-CLASS, NACRA + TORNADO, SUPER CAT 17, 29er, 420, 470, Day Sailer, Dingue, Flash 165, Lightining, Marreco, POLI 19, Snipe, Star, Microtoner, Skipper 21, Techno, Raceboard, FAST 230, Mini-Oceano G1 e G3, Olimpico, Finn, FD.
Mais informações:
domingo, 3 de maio de 2015
A sensacional regata Volta da Laje de Santos
Dia 1º de maio foi dia de uma regata diferente, a Volta da Laje de Santos, que inovou com uma proposta de uma regata notura de aproximadamente 40 Mn.
A largada ocorreu exatamente às 16h00. Na raia 10 veleiros: Lexus/Chroma, Mandinga, Pelayo,
Pi-Shortsco, Aloha, Panã Panã, Chrispin II, Grazina, Dreams II e Meltemi. Os resultados foram válidos para a 4ª etapa do Circuito Santista de Vela de Oceano.
O fita azul foi o Lexus/Chroma, que cruzou a linha de chegada as 21h53.
Todos os velejadores comentaram que foi uma regata sensacional:bons ventos, ondulação que não incomodava e o mar iluminado por uma bela lua cheia.
A largada ocorreu exatamente às 16h00. Na raia 10 veleiros: Lexus/Chroma, Mandinga, Pelayo,
Pi-Shortsco, Aloha, Panã Panã, Chrispin II, Grazina, Dreams II e Meltemi. Os resultados foram válidos para a 4ª etapa do Circuito Santista de Vela de Oceano.
Visão da largada a bordo do veleiro Lexu/Chroma.
Veleiros logo após a largada.
Apesar de observar na praia um final de ressaca, o mar estava relativamente tranquilo, com ondulação ente 1 e 1,5 m de sul com vergalhões espaçados em 12 s. O vento era sudeste com 7 nós, que foi aumentando levemente ao longo da regata. A ida foi em uma orça com um único bordo. O retorno, quase um través, na mesma direção e sentido das ondas, o que propiciava surfar algumas ondas.
Na montagem da Laje de Santos era possível ve-la muito bem, pois estava iluminada pela lua cheia. O primeiro a monta-la foi o Lexus/Chroma, com 8 nós de vento. O Mandinga, meia hora depois, montou com 10 nós.
Últimos raios de sol a bordo do Lexus/Chroma durante a regata.
O fita azul foi o Lexus/Chroma, que cruzou a linha de chegada as 21h53.
Todos os velejadores comentaram que foi uma regata sensacional:bons ventos, ondulação que não incomodava e o mar iluminado por uma bela lua cheia.
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